Família de recém-nascida internada no IMIP apela para realização de exame: “Estamos desesperados”

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Um email a este Blog, Luiza Damaysceno, tia de uma recém-nascida que está internada no Hospital Dom Malan (HDM)/Imip, em Petrolina, apela para que sua sobrinha passe por um exame e depois por um especialista que deverá avaliar o estado de saúde da menina, que é de Afrânio (PE), no Sertão do São Francisco, e apresenta dificuldades para respirar. Segundo ela, que enviou email ontem (27), a recém-nascida está internada na unidade desde ó último sábado (25).
Acompanhe:
A recém-nascida, Maria Julia Rodrigues, nascida em 08.02.2017, com apenas 48 dias, filha da Senhora Francisca Eva Rodrigues, residente no Sítio Barro Vermelho, Arizona, Afrânio, no dia 21.03.17, pela manhã deu entrada ao Hospital de Afrânio com obstrução nasal e dificuldades para respirar, ao ser atendida, a equipe detectou a necessidade de encaminhá-la a outra unidade com um suporte maior para atender a pequena. Não imaginávamos o drama que enfrentaríamos!
Ao final da tarde do mesmo dia, o Imip aceitou a regulação e, Maria Julia foi transferida ao Imip. No Imip foi solicitado um exame (Ecocardiograma), a recém-nascida está internada, desde então e, dia após dia, o nosso desespero só aumenta! O que será que a nossa pequena tem?
Dia 25.03, sábado, estive no hospital, onde busquei informações acerca dos procedimentos que seriam realizados em minha sobrinha, porém fui informada que somente após a realização do exame e após  ser examinada por especialista é que teríamos a definição do quadro de saúde dela. Daí procurei a assistente do Imip, relatei toda a situação à assistente e pedi auxílio, a mesma afirmou que hoje seria realizado o exame, porém ao retornar ao Imip hoje (ontem, dia 27), fui informada pela equipe que não tem previsão para a realização do exame e atendimento pelo especialista! Outra vez fui à sala da  assistente relatar a situação, entretanto a mesma disse: “infelizmente, não é somente ela que necessita desse atendimento, outras pessoas também aguardam o mesmo tipo de atendimento.”
Fiquei sem chão, estamos aflitos… Até quando esperar?  O Conselho Tutelar e a Promotoria Pública poderão nos ajudar?  Até quando brincarão com a saúde dos seres humanos, até mesmo dos pequenos e indefesos?
Luiza Damasceno/Tia da paciente

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