Greve geral conta com 20 mil participantes em Petrolina e Juazeiro, segundo organizadores


Os protestos contra as reformas da previdência e trabalhista, foram registrados em todo o país nesta sexta-feira (28). Em Petrolina, segundo organizadores, o encontro na ponte com grevistas de Juazeiro, reuniu 20 mil participantes. A Polícia Rodoviária Federal (PRF), divulgou que cerca de 3 mil pessoas participaram do protesto.
A Greve Geral Nacional, teve início em Petrolina, por volta das 8h30 com a concentração dos manifestantes na Praça do Bambuzinho, localizada no Centro da cidade. O grupo começou pequeno e ganhou volume por volta das 10h.
Os grevistas percorreram parte da Avenida Souza Filho, convidando trabalhadores do comércio a participar da caminhada. Em seguida, seguiram para a Ponte Presidente Eurico Gaspar Dutra, pela rua Souza Júnior e Avenida das Nações. Durante todo o percurso a Polícia Rodoviária Federal e agentes de trânsito da Autarquia Municipal e Mobilidade de Petrolina (AMMPLA) estiveram presentes para garantir a segurança dos manifestantes e o fluxo do trânsito no local.
“Todo o dispositivo da PRF é garantir segurança para ambos, tanto para quem está participando da manifestação, quanto quem continua trabalhando e circulando com seus veículos”, afirmou o Inspetor da Polícia Federal, Paulo Lima.
Na Ponte Presidente Dutra, os manifestantes de Petrolina e Juazeiro se encontraram e bloquearam a passagem de veículos até às 12h30. Entre os manifestantes estavam integrantes do Correios, Movimentos do Trabalhadores Sem Terra (MST), Frente Brasil Popular (FBP), Sindicato dos Servidores Municipais de Petrolina (Sindsemp), Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação de Pernambuco (Sintep), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR), populares e estudantes
“Hoje o único objetivo do nosso ato, foi fazer com que o nosso direito seja garantido. Lutando contra a reforma da previdência, reforma trabalhista e a terceirização irrestrita. Sabemos que é um grande prejuízo contra a classe trabalhadora do nosso país. É um regime de escravidão”, declarou a representante da Central Única dos Trabalhadores em Pernambuco (CUT-PE) e diretora do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Petrolina, Simone Paim.

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