Caso Alisson Dantas, cai no esquecimento e suspeito continua foragido



Já se foi 1 ano e 8 meses após a morte de Alisson Dantas, o suspeito ainda está impune e o caso esquecido.

Em 13 Julho, 2017 

Alisson Dantas tinha 18 anos quando foi brutalmente assassinado no bairro Quati I, em Petrolina, com vários golpes de facão (que chegaram até a decepar uma de suas mãos). O jovem foi encaminhado para o Hospital Universitário e lutou por dias para sobreviver, mas infelizmente não resistiu aos ferimentos e faleceu no dia 03 de Novembro de 2015.

O motivo foi torpe: o agressor, de nome Rezielio Alves, acusou o rapaz de estar aproveitando-se de seu wi-fi de graça. A agressão começou quando Alisson recebeu uma mensagem via whatsapp e sentou-se na calçada para visualizar e responder, e o homem saiu atacando-o com facadas.

Mesmo tendo identificado o autor do crime, não foi realizada nenhuma audiência. A mãe da vítima, Ana Cláudia Dantas, reclama da morosidade da justiça, que resulta em impunidade; e uma de suas maiores tristezas está na acusação que cai sobre seu filho e que impacta a vida até hoje "sou sempre apontada na rua como a mãe do menino do wi-fi, mas o meu filho não estava usando wi-fi de ninguém, me dói muito".

Segundo Cláudia Dantas, essa pode ter sido uma manobra da família do acusado para justificar o assassinato e defender o autor. Nas redes sociais, restam pedidos de justiça e manifestações de saudades de amigos e familiares.


Ao falar sobre sua vida após a morte do rapaz, a mãe se emociona: "a minha vida depois da partida do meu filho não é mais a mesma, um pedaço foi arrancado... eu luto e peço sempre forças a Deus todos os dias pra continuar, porque eu tenho meus outros dois filhos, [...] tenho tentado viver normalmente. Meu filho de 16 anos tem tido muitas dificuldades, não consegue mais atingir sua meta na escola, minha filha Alice, que era o xodó de Alisson (que era como um pai pra ela), teve que passar por um tratamento psicológico... estamos tentando levar nossa vida".

Ela também diz que ele não era apenas um filho, era um companheiro cotidiano, que trabalhava junto com a mãe e ajudava nos planos em casa, nas palavras da mesma "era o homenzinho da casa, que fazia o possível para ajudar o próximo".

"Ele foi homenageado na escola, ganhou um prêmio de Aluno Promotor da Paz de 2016, na ocasião eu quem recebi o troféu, porque ele não existia mais", disse Cláudia, emocionada. Ela diz estar desiludida com a justiça, já que o autor do crime tem sua identidade revelada, mas nada é feito, infelizmente, o caso parece ter caído no esquecimento.

Mesmo com essa frustração causada pela lentidão e pela impunidade vigentes, o pedido de justiça ainda é feito em campanha realizada por amigos e familiares, a quem resta nada mais e nada menos que aguardar e esperar que o caso não se torne mais uma mera estatística de crimes impunes no Brasil.






Informações do Blog Carranca Noticias

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15 de julho de 2017 08:13 delete

Esse caso Alisom. Vamos nos unir gente vamos Divulgar a foto desse velho vagabundo covarde.
Vamos colocar agora a foto dele no zap de todo o Brasil como procurado fugitivo.
Assassino covarde.
Meuse sentimento a família de Alisom.

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15 de julho de 2017 18:28 delete Este comentário foi removido pelo autor.
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22 de julho de 2017 16:31 delete

Fonte: Carranca Notícias
Pedi pra vc colocar, mas mesmo assim vc não colocou... isso pode render um processo bacana

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Indentifique-se e não seja vulgar!
Obrigado..