Dois professores são presos em flagrante por pedofilia em Pernambuco

Imagem da internet 

A Polícia Federal cumpriu nesta terça-feira em Pernambuco dois mandados de busca e apreensão que resultaram em duas prisões em flagrante durante Operação Glasnost, que combate a exploração sexual de crianças e o compartilhamento de pornografia infantil na internet em Pernambuco e mais 13 estados brasileiros.
No computador apreendido nas casa dos suspeitos, dois professores que acabaram presos, foram encontrados material pornográfico infantil. As buscas foram feitas em Ouricuri e no Alto do Mandú, no Recife. Os trabalhos foram realizados por oito policiais federais distribuídos em duas equipes. Os nomes dos presos não serão divulgadas. A PF teme provocar revolta na população.
No Recife, o preso é um professor de 39 anos. Ele admitiu ter sido usuário do site russo onde acessava não só material pornográfico infantil como também outro tipo de pornografia. O material pornográfico-infantil foi encontrado em um pen drive, mas também foram apreendidos na casa dele um notebook, dois discos de armazenamento de dados e um aparelho celular que passarão por perícia telemática para identificar todos os arquivos armazenados.
De acordo com as investigações, o preso não mantinha relação sexual e nem molestava crianças, mas cometeu o crime de armazenar conteúdo pornográfico infantil. Após autuação em flagrante, ele deverá pagar fiança no valor de cinco salários mínimos, ou R$ 4.685, fazer exame de corpo de delito no Instituto de Medicina Legal (IML) e em seguida será liberado para responder processo em liberdade. 
Em Ouricuri, foi preso o professor de 35 anos. Na casa dele foi encontrado material pornográfico-infantil armazenado em um disco rígido e também três discos de armazenamento de dados e um aparelho celular que também passarão por perícia. Também foi encontrado na residência do suspeito uma identidade de uma criança falsificada.
O flagrante está em andamento e será arbitrada o valor da fiança. caso o valor seja pago, o suspeito será liberado para responder processo em liberdade. Caso contrário, será encaminhado para o presídio de Salgueiro. Não ficou comprovado se o preso mantinha relação sexual ou molestava crianças.
Ambos foram indiciados pelo crime contido no Estatuto da Criança e do Adolescente (Artigo 241-B da Lei 8.069/90) por possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente. A pena é de um a quatro anos de prisão. Caso seja comprovado que as imagens e vídeos foram compartilhados, a pena passa a ser de três a seis anos de reclusão.
Fonte Diário de Pernambuco

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