Lula realiza caravana pelo Nordeste mas não passa por Petrolina


A cidade de Petrolina, Pernambuco, ficou fora da caravana que ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva irá realizar a partir do próximo dia 17 pelo Nordeste.
Ele vai iniciar a viagem por Feira de Santana, na Bahia, e finaliza no dia 5 de setembro, quando embarca de São Luís, no Maranhão, com destino a São Paulo. Em Pernambuco, o petista passará os dias 24, 25 e 26 de agosto, com atos no Parque Dona Lindú, em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, e na Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Suape. Há, todavia, movimentações nos bastidores petistas para que o ato do Dona Lindú seja realizado em Brasília Teimosa, por tudo o que representa a localidade para as gestões petistas.
Na quinta-feira (24), às 19h, o cacique petista participa de um ato de filiação de dirigentes sindicais cutistas ao PT, com a presença de lideranças petistas da região, no Sindicato dos Bancários, na Boa Vista. No dia seguinte (25), Lula visita o museu Luiz Gonzaga e, depois, Brasília Teimosa – bairro considerado reduto petista, após o ex-presidente e o ex-prefeito João Paulo (PT) retirarem milhares de pessoas das palafitas – e, a princípio, às 17h realiza um ato no Parque Dona Lindu, onde há uma escultura da sua família.
No Sábado (26), o petista participa de ato dos trabalhares em Defesa da Indústria Petroquímica e Naval, da Refinaria Abreu e Lima, em Suape – bandeira petista e que encontra-se com problemas de investimentos. Na ocasião, Lula deve usar o “desmonte” da Rnest para criticar o governo.
Neste périplo, o ex-presidente receberá ao menos quatro títulos honoris causas em universidades federais da região. Ademais, estão agendados ao menos três almoços com governadores Rui Costa (Bahia/PT), Renan Filho (Alagoas/PMDB) e Flávio Dino (Maranhão/PCdoB).
A ideia de Lula e do PT com este giro pelo Nordeste, que é tido como o principal reduto eleitoral petista, é fazer a defesa do ex-presidente, que foi condenado a nove anos e seis meses de prisão pelo juiz Sergio Moro na Lava Jato, além de se colocar no jogo político de 2018, mesmo que não tenha condições de ser o candidato. As idas às universidades criadas na gestão petistas e em obras de grande porte é parte do discurso de “desmonte” realizado pelo governo Temer.

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