População reclama do péssimo atendimento no comércio de Petrolina


Um dos calos que mais dói nos empresários de Petrolina, é não ter mão de obra qualificada. Quem mais sente esse sofrimento, são principalmente os donos de lojas que  se espalham pelas Ruas do centro do município, e a simpatia dos petrolinenses, tem sido questionada quando se fala de atendimento no comércio e nas empresas prestadoras de serviço.
De tão acostumados a encontrar obstáculos na relação com fornecedores, consumidores dizem estar dispostos até a pagar mais em troca de um atendimento de excelência, como já mostraram  diversas pesquisas de Qualidade do Atendimento ao Consumidor, realizadas pelo Brasil a fora.
Problemas acontecem, mas a maneira como vai agir para resolvê-lo é que distingue uma empresa da outra. Mostrar preocupação com o consumidor é fundamental, especialmente agora, que em dois  minutos é possível falar de uma marca, de um atendimento ruim nas redes sociais.

Os vendedores não encontraram o mesmo modelo e a calça social de menor valor custava R$ 40 a mais do que o modelo que comprei. Não bastasse a vergonha de ficar seminu no meio da rua, a gerente, extremamente grosseira, me fez passar outro vexame: fiquei mais de meia hora na loja, descalço e vestindo uma bermuda qualquer da loja, enquanto argumentava que a obrigação da loja, na ausência do produto, era efetuar a troca por outro de valor maior próximo. A gerente contra-argumentou afirmando que eu só tinha duas alternativas: pagar a diferença ou me arriscar a ficar nu pelas ruas do bairro Areia Branca. Tive que arcar com a diferença”, contou o insatisfeito Sobreira.
A loja seguiu o Código de Defesa do Consumidor (CDC) que estabelece, no artigo 18, até 30 dias para solucionar defeitos em produtos dentro da garantia. Só depois deste prazo, o cliente pode exigir um novo produto do mesmo tipo, entregar a mercadoria e receber o dinheiro de volta ou ter desconto no preço. Entretanto, nada impede que o fornecedor tenha uma atitude mais flexível para deixar o cliente satisfeito, conforme destaca a advogada Mariana Ferraz, coordenadora de Educação para o Consumo do Procon.
Ela ainda acrescentou que no Brasil, a inteligência mercadológica ainda não “pegou”. O consumidor, porém, deve ser cada vez mais crítico e registrar sua reclamação, inclusive se for mal atendido. ” O atendimento ruim também é considerado um vício de qualidade. Sempre indico que ele primeiro procure registrar a queixa junto à empresa, pelo SAC ou ouvidoria. Se não houver solução, deve procurar um órgão de defesa do consumidor e, em último caso, recorrer à Justiça”,  explicou a advogada.
@lingua

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Anônimo
30 de agosto de 2017 14:39 delete

INFELIZMENTE ESSA É A REALIDADE NUA E CRUA DA NOSSA REGIÃO! GENTE MAU PREPARADA PARA NOS ATENDER E ATE INFELIZES COM O TRABALHO QUE ESTA EXECUTANDO.

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Indentifique-se e não seja vulgar!
Obrigado..