Bancada governista aprova com folga projetos enviados pelo prefeito Miguel Coelho


A Casa Plínio Amorim viveu, na sessão plenária antecipada para esta segunda-feira (2), um enredo que deverá ser uma constante até o final dessa legislatura, em 2020. O prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (PSB), conseguiu uma vitória esmagadora – e sem surpresas – nos quatro projetos de lei enviados à Casa.
Dois desses projetos renderam muitas manifestações de dezenas de servidores que lotaram o plenário e também serviram de embates acalorados entre situação e oposição. Um deles (022/17) propõe um reparcelamento das dívidas do município junto ao Instituto de Gestão Previdenciária (Igeprev). O outro (025/17) reformula o Código Tributário, incluindo reajustes de taxas do IPTU e coleta de lixo.
Da parte da bancada governista, a estratégia foi falar pouco. Coube apenas ao vereador Ronaldo Cancão (PTB) fazer a defesa do Executivo nas duas matérias, e em vários momentos foi vaiado pelos servidores, que esvaziaram o plenário em protesto. O principal questionamento do sindicato que responde pela categoria, o Sindsemp, é que a matéria foi imposta “goela abaixo” da entidade, sem uma discussão prévia sobre o assunto.
Sintonizados, os integrantes da oposição também fizeram seu papel. Mas sem votos suficientes, acabaram atropelados pelo que já vem sendo chamado, nos bastidores da Casa, de “rolo compressor” do prefeito. Todos os quatro projetos enviados por Miguel tiveram, no mínimo, 15 votos, contra os cinco dos oposicionistas. Mais detalhes pelas próximas horas.

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