Cresce o número de pedintes nas ruas de Petrolina


Petrolina foi invadida por uma legião de pedintes. Não precisamos de um estudo ou de um instituto de pesquisa para nos mostrar o que estamos vendo a olho nu. Os  moradores do município  já tinham percebido.Todos à uma voz estão dizendo que  um dos maiores problemas da região hoje,   é o grande número de mendigos nos semáforos e em diversas partes da cidade.
As pessoas  que estão nas ruas se apresentam  como malabares, vendendo balas, distribuindo panfletos e pedindo dinheiro nos sinais de trânsito. Verdadeiras colônias de mendigos e gente vivendo pela rua. Fazia tempo que Petrolina não vivia esse caos.O  número de mendigos na cidade aumentou muito e sem dúvidas , essa conta é da  Prefeitura pela falta de ação, pela falta de suporte há um programa que existe desde muito tempo no município.  O Programa de Capacitação profissional para moradores em situação de Rua.
Em  gestões passadas, e isso ainda tá fresco na memória do Petrolinense,  secretárias de Ação Social, a exemplo de Tereza Virginia, Célia Regina,  cuidavam pessoalmente desse problema. Elas sempre usaram o centro POP, a Escola do Couro, os CRAS e outros equipamentos públicos para fazer cursos de capacitação para os moradores em situação de Rua.  Ranilson Viana,  vários artistas  e profissionais de diversas áreas,muitas vezes estiveram  nesses equipamentos  dando aulas de qualificação para quem quisesse aprender uma profissão, e muitas dessas pessoas, hoje são artesãos, costureiros, padeiros e saíram da situação de mendicância.
Resultado de imagem para pedintes no semáforo em petrolina Para quem é atento a esses fatos, pode perceber que hoje em Petrolina existem três grupos distintos de população de rua. O primeiro é identificado como “mendigos que moram na rua”, porque não tem moradia e nem emprego. O segundo grupo é formado por “pessoas que tem moradia”, mas estão desempregadas e vêem a rua como alternativa de renda. Já o terceiro grupo é caracterizado por “meninos que tem uma forma de se vestir como mendigos” e vão para rua praticar atos criminosos. Esses meninos são identificados como meninos de rua porque tem uma forma de se vestir como meninos que não tem casa, mas isso não é verdadeiro. Depois de agirem na rua, eles voltam para casa.
Estar na rua não configura ato criminoso. Até uns anos atrás, tínhamos a figura do mendigo tradicional. Aquela pessoa que vivia de esmolas e que era até conhecida pelas redondezas. Agora a conversa mudou e  a rua começou a ser vista como uma alternativa de acesso à renda. O sinal vermelho está ligado, é preciso olhar com responsabilidade para essa situação. O medo e a insegurança que ronda o petrolinense,  com essa situação só aumenta. Com a palavra a Secretaria de Cidadania.
Por Cauby Fernandes
@língua

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