Miguel Coelho assina ordem de serviço para reformar Matadouro de Petrolina e critica gestão passada: “Venderam uma ilusão”



A tão esperada reforma do Matadouro Público de Petrolina foi anunciada na manhã de hoje (22) pelo prefeito Miguel Coelho. A ordem de serviço foi assinada pelo gestor, que viabilizou convênio no valor de R$ 1,3 milhão para recuperar o equipamento.
A solenidade contou com a presença do ministro Fernando Filho (Minas e Energia), além de vereadores governistas.
Representante dos marchantes, Maciel Simão falou pela categoria. Ele ressaltou, entre outras coisas, o fato de a população petrolinense voltar a ter a garantia de consumir uma carne de qualidade. Após o fechamento do matadouro, há quase dois anos, muitas denúncias de abate clandestino de animais circularam pela cidade.
“Quando o matadouro foi fechado em 2015, na gestão passada, lutamos e batalhamos porque perdemos uma peleja, mas não perdemos a guerra”, destacou Simão. Ele aproveitou para enaltecer o compromisso do atual prefeito com a categoria, uma vez que a reforma do matadouro foi uma promessa sua de campanha, no ano passado.
Marchante histórico na cidade, Seu Josa – como é carinhosamente conhecido – foi um dos fundadores do matadouro. Ele também ressaltou a importância do equipamento para Petrolina, destacando sobretudo a questão sanitária. “Esse matadouro foi feito em benefício da saúde da população, e não por dinheiro”, analisou.
Compromisso
Em seu discurso, Miguel Coelho ressaltou o papel dos marchantes num contexto sanitário e econômico. Usando um tom mais crítico, ele lembrou que “venderam a ilusão” de que o matadouro tinha sido fechado para que o do Distrito de Rajada fizesse essa função. Mas ao assumir a administração, em janeiro deste ano, ele disse que não havia matadouro nem em Petrolina, nem em Rajada.
Petrolina ficou à mercê, pela primeira vez e depois de muito tempo, ter de atravessar a ponte para abater seus animais com segurança. E o que a gente viu foi um estouro em casos de carne clandestina e de fiscalização, seja da Vigilância Sanitária Municipal Estadual e Federal, porque tinha que fiscalizar mesmo, para não colocar em risco a saúde das pessoas”, cutucou. Miguel destacou que o primeiro desafio foi resolver o problema do abatedouro de Rajada, e finalmente agora o de Petrolina.

Informações do Blog do Carlos Britto 

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