Com o apoio do HDM/IMIP, mãe comemora saúde e recuperação dede bebê prematuro - Blog Petrolina em Destaque

9 de jun de 2018

Com o apoio do HDM/IMIP, mãe comemora saúde e recuperação dede bebê prematuro



Geralmente, a gestação saudável dura em torno de 40 semanas. Esse é o tempo que o bebê precisa para se formar completamente dentro do útero da mãe. Mas, nem todos seguem esse padrão e alguns mais “apressadinhos” vêm ao mundo antes do tempo. Quando o parto acontece antes de 36 semanas e seis dias o recém-nascido é considerado pré-termo ou prematuro.

Esse foi o caso de Francisco Thomaz da Silva Santos, cujo parto estava previsto para maio, mas aconteceu dia 04 de março. O terceiro filho de Clenizia Lucas dos Santos nasceu então com 31 semanas e dois dias, pesando apenas 1,295Kg.

Quanto maior a prematuridade do bebê, maiores os riscos para a sua saúde. As complicações respiratórias nessas situações são as mais comuns. Eles também têm os reflexos de sucção e deglutição alterados, dificultando a alimentação e, consequentemente, o ganho de peso e desenvolvimento.

Por isso, esses bebês exigem uma atenção especial e uma assistência à saúde diferenciada. Francisco, por exemplo, teve que passar 20 dias na Unidade de Cuidados Intermediários do Hospital Dom Malan/IMIP e mais 18 dias no Alojamento Canguru para o ganho de peso. Com todo esse apoio, a mamãe pôde, no dia 05 de abril, sair da unidade materno-infantil com o seu bebê no colo, saudável e pesando 1,665Kg.

Clenizia foi acompanhada pelo alto risco do hospital desde o quinto mês de gestação quando teve um sangramento. “Graças a Deus e ao Dom Malan consegui essa vitória. Fui bem assistida todo o tempo e só tenho a agradecer a toda equipe, inclusive do Biama que me ajudou com a amamentação”, ressaltou em seu depoimento realizado esta manhã (07.06) quando realizou sua consulta de rotina. Atualmente, Francisco está com 3 meses, pesando 3,660Kg.

"Nós ficamos felizes quando há esse reconhecimento, pois o sucesso de um caso como esse depende de toda a equipe" garante a coordenadora médica do Biama, Flávia Guimarães. 

Ascom

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